RELATÓRIO FINAL DA CPI DA “PÍLULA DO CÂNCER” SEGUE PARA O TRIBUNAL DE JUSTIÇA


 

O relatório final da CPI da Fosfoetanolamina, conhecida como “Pílula do Câncer”, encerrada em 4 de abril, segue até fim deste mês – quando deverá ser publicado no Diário Oficial do Estado -, para os seguintes órgão públicos: Tribunal de Justiça de São Paulo, Ministério Público de São Paulo, Ministério Público Federal, Governo do Estado de São Paulo, Procuradoria Geral do Estado de São Paulo, Ministério da Saúde e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
A CPI que teve início em outubro, contou 15 sessões e ouviu 32 pessoas entre médicos, técnicos, profissionais ligados à área de saúde, presidentes de entidades médicas, cientistas e voluntários que trabalharam nos testes realizado no Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo).
O relator da CPI, deputado Ricardo Madalena, diz em seu relatório que diante de tudo que foi apurado nos depoimentos na CPI, recomenda “a retomada imediata das pesquisas sobre a fosfoetanolamina sintética, a “Pílula do Câncer”, com a apresentação de um novo protocolo de estudos sobre o tema, discutidos com os idealizadores da substância”

O relatório final, com 178 páginas, também propõe “ que a retomada das pesquisas e a realização de novos testes com a substância fosfoetanolamina sintética sejam realizados em outros institutos de pesquisas e hospitais especializados, no Brasil ou no exterior, e que sejam realizados, sobretudo, com seriedade, transparência, celeridade, profissionalismo, isenção de interesses, honestidade de espírito e de propósitos!”

O relatório também pede que “o senhor governador do Estado determine a promoção da apuração da responsabilidade administrativa, pela eventual série de irregularidades, omissões e mau uso do dinheiro público na realização de pesquisas realizada pelo investigador principal dr. Paulo Hoff e sua equipe do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo”.

A presidência desta CPI foi exercida pelo deputado Roberto Massafera e a vice-presidência pelo deputado Rafael Silva.

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