RODOVIA CASTELO BRANCO COMPLETA 50 ANOS COM 260 MIL VEÍCULOS/DIA


 

A mais moderna rodovia brasileira à época de sua construção e ainda hoje considerada uma das mais seguras e com maior conforto para o motorista, a rodovia Castelo Branco – a SP 280 -,  completa, neste sábado, dia 10 de novembro, 50 anos. Destinada a ser a primeira autoestrada brasileira, sua construção teve início em 1963, pelo então governador Adhemar de Barros.

A rodovia é a principal ligação entre a capital do Estado e o Centro-Oeste paulista. No total, são 315 quilômetros de extensão, sendo um dos mais importantes corredores de transporte de grãos, produção industrial e passageiros do Brasil.

O primeiro trecho foi entregue ao trânsito em 1968 pelo então governador Roberto de Abreu Sodré. A rodovia tinha apenas 171 quilômetros, e ligava a região metropolitana de São Paulo a Torre de Pedra, passando por Barueri, Sorocaba e Tatuí. Somente em 1981 chegava ao seu destino atual, o município de Santa Cruz do Rio Pardo. Foi a primeira autoestrada com várias faixas de rodagem e canteiro central. Curioso lembrar que à época Adhemar de Barros foi criticado por estar fazendo uma obra cara e “desnecessária”.

A rodovia é considerada um marco da engenharia brasileira. Projetada para receber 40 mil veículos por dia, com sua extensão atualmente recebe cerca de 260 mil. Nasceu com um conceito de autoestrada jamais visto até então no país. Foi concebida duplicada, com curvas suaves que permitem ampla visibilidade, além de um largo canteiro central já prevendo futuras ampliações de faixas de rolamento sem impactar o entorno da rodovia.

“Como deputado da região sei o quanto a Castelo Branco é importante para nosso desenvolvimento e consequente geração de empregos. É um privilégio poder transitar numa rodovia com esse nível de segurança e conforto”, diz o deputado estadual Ricardo Madalena.

O projeto

Seu primeiro nome foi Auto Estrada do Oeste. Mas logo ficou popularmente conhecida como Rodovia do Oeste. Apenas 1967 constituiu-se em uma homenagem do governador Abreu Sodré ao ex-presidente Humberto de Alencar Castelo Branco. O projeto original previa que a rodovia terminasse na divisa entre São Paulo e Mato Grosso do Sul, nas proximidades de Presidente Epitácio (havia planos de, posteriormente, estender a rodovia em direção ao Paraguai).

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